quarta-feira, 23 de julho de 2008

Coração de poemas e dores

Só espíritos canhestros perdem ao compartilhar.
O meu, porém, é vasto.
Cabem amores e desamores.
Poemas e dores.
Um rastro.

Qual desses é o teu?
Aquele que se doa ao cantar
Ou o que canta ao doer?

Eu sou tristeza, mas não mágoa.
Tenho sorte, tutano e trovão.
Em mim a noite acalenta e deságua,
No espaço vasto do meu coração.

Jaisson
(Drummond, café e desamor.)

Um comentário:

Dario Silva disse...

E quando nada mais posso oferecer,
dou-te a liberdade...

Grande Abraço Jaisson.
Dario.